A maior parte das pessoas que chega aqui já ouviu um não do INSS — e quase ninguém entendeu o motivo. Cada texto abaixo responde uma dúvida específica, com a regra que vale e a data que a define.
A maioria das pessoas descobre que foi negada, mas não descobre por quê. Os seis motivos mais comuns, o que cada um quer dizer e quais deles costumam ser discutíveis.
Ele trabalhou registrado anos, mas estava parado quando foi preso. Esse é o motivo de negativa mais comum — e um dos que mais se discute, por causa do período de graça.
Tinha 22 de 24. Faltou um mês. Esse é o caso mais frustrante — e o que mais depende de conferir a conta, porque nem tudo que conta aparece sozinho no sistema.
Semiaberto, domiciliar e tornozeleira não dão direito desde 2019. Mas prisão preventiva dá — e prisões antigas seguem outra regra.
Muita família se autodescarta antes de perguntar, porque ele era autônomo ou MEI. Carteira assinada nunca foi a única forma de contribuir.
Dois erros derrubam pedidos que teriam direito: usar o limite do ano errado e olhar o último salário em vez da média. Os dois são de conta, e conta se confere.
Companheira não precisa de certidão de casamento para ser dependente. Precisa provar a união — e a prova aceita é mais variada do que parece.
O benefício é dos dependentes, não do preso. Quem entra na fila, em que ordem, e como o valor se divide quando há mais de um.
Quem já recebia e viu parar quase nunca sabe por quê. Os motivos são poucos e conhecidos — e alguns têm solução simples.
É o documento que prova que ele está preso, e em que regime. Quando a unidade prisional não emite, existe um caminho alternativo pelo processo criminal.
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